Publicado em 07/08/2012 no DCI Online. Por Paulo Schiff.
Funcionários públicos federais travam uma queda de braço com o governo Dilma. Querem a manutenção da política salarial da Era Lula.
Ou seja: reajustes acima da inflação. Mais precisamente, quase o dobro da média inflacionária dos dois mandatos. Dilma entende que essa política salarial não deve ser mantida por dois motivos.
O primeiro afirma que as perdas salariais já teriam sido repostas nesse período. Ou seja: não há necessidade da manutenção daquele sistema de reajustes. Já o segundo acredita que existe uma crise financeira que abala a arrecadação. Ou seja: não há possibilidade também.
O resultado da divergência tem sido traduzido em greves. Como será que elas afetam os portos em geral e o de Santos em particular? Algumas reportagens das últimas semanas abordaram filas de navios em alguns portos. No de Santos, quase uma centena de navios na barra, aguardando atracação.
Leia a íntegra do "O efeito das greves na movimentação do Porto" no link:
http://www.dci.com.br/o-efeito-das-greves-na-movimentacao-do-porto-...
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